sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

A Invasão Holandesa



1 – A Presença Holandesa na Paraíba
Portugal desde 1580 estava sob domínio espanhol, e conseqüentemente, o Brasil.A instalação da empresa açucareira no Brasil contou com a participação holandesa, desde o financiamento das instalações até a comercialização no mercado europeu. Assim, quando Felipe II proibiu a manutenção dessas relações comerciais, tirou dos holandeses uma grande fonte de lucros, levando-os a reagirem com a invasão ao Nordeste brasileiro. Para isso, os holandeses organizaram uma Companhia – a Companhia das Índias Ocidentais –, e decidiram invadir a capital, em 1624. Prenderam o Governador Geral e o enviaram para a Holanda.
Não conseguiram, no entanto, governar a região. Sob o comando de D. Marcos Teixeira, as forças brasileiras mataram vários chefes batavos, enfraquecendo as tropas holandesas. Em maio de 1625, eles foram expulsos da Bahia pela esquadra de Fradique Toledo Osório.
As invasões holandesas atingem também a Paraíba e através de ataques contínuos a Cabedelo, onde a resistência foi muito acentuada, tentam se fixar em nossas terras, porém só concretizando em 1634, quando desembarcam ao norte da foz do Jaguaribe e conseguiram vitória sobre as tropas do governador paraibano Antônio de Albuquerque Maranhão e partindo para dominar Cabedelo, onde tiveram êxito.
Em dezembro de 1634 os holandeses entraram na cidade de Filipéia de Nossa Senhora das Neves e passaram a administra-las até 1645.
A preocupação inicial dos holandeses consistiu em manter defesas, para estabilizar a conquista, e atrair a simpatia dos habitantes da Paraíba, cuja capital teve a denominação mudada para Frederica. A Fortaleza de Santa Catarina, no Cabedelo, foi rebatizada como Margareth.
Alguns dos nossos moradores pressentindo a derrota e não querendo se submeter aos inimigos, retiraram-se da Capitania. Porém antes da retirada, queimavam os canaviais e inutilizavam os engenhos. André Vital de Negreiros foi o primeiro a tocar fogo no engenho do seu pai e muitos seguiram-lhe o exemplo.
Para impedir possível rebelião, os holandeses tanto fortificaram a Igreja de São Francisco e o convento de Santo Antônio, a cujas portas instalaram entrincheiramentos e bateria, quanto ocuparam a inacabada Igreja de São Bento, na Rua Nova. Quando os religiosos franciscanos tentaram desobedecer às ordens dos novos senhores, foram expulsos da Capitania.

2 – Nova organização política, social e econômica

Os holandeses reconheceram a desvantagem de ver a terra desamparada, engenhos abandonados, outros danificados. Então se prestaram a fazer com os moradores uma espécie de pacto. Duarte Gomes da Silveira foi um dos primeiros a se apresentar ao inimigo e serviu de mediador entre os moradores e os invasores. Não traindo os seus, mas para não entregar de tudo o que lhes custara tanto trabalho.
O primeiro governador da província holandesa da Paraíba e Rio Grande do Norte foi Servaes Carpentier que em nome do Príncipe de Orange, dos Estados Gerais e da Companhia fez aos paraibanos, em ata de 13 de janeiro de 1635, as seguintes promessas: ofereceram anistia, liberdade de consciência e de culto católico, manutenção do regime de propriedade, proteção aos negócios e observâncias das leis portuguesas nas pendências aos naturais da terra.
Tais recomendações surtiram efeito, daí porque não foram poucos os que aderiram aos invasores. O padre jesuíta Manoel Morais abjurou a fé católica e embarcou para a Holanda, onde se fez calvinista e casou.
No plano administrativo, conservou-se parte da antiga administração, subordinada, porém, ao diretor geral, função inicialmente ocupada pelo conselheiro Servaes Carpentier. Funcionários denominados escabinos e escoltetos encarregou-se de administra a justiça e cobrar impostos.
No plano econômico-social, os holandeses mantiveram a escravidão. Com esse objetivo, ocuparam, preliminarmente, a província portuguesa de angola, na África, principal fonte de fornecimento de cativos. Introduzindo aperfeiçoamentos técnicos como moendas metálicas, no lugar das antigas, feitas de madeira, ofereceram empréstimos aos proprietários de engenhos. A maior parte destes, liderados por Duarte Gomes da Silveira aceitou a oferta.
A principal colaboração recebida pelos holandeses proveio dos índios Potiguaras enquadrados pelos caciques Pedro Poti e Paraupaba. Em troca, os holandeses chegaram a realizar assembléia de índios para a qual os principais do Ceará e Pernambuco enviaram representantes à vila de Itapessica, em Pernambuco.

3 – A Resistência anti-holandesa

O controle holandês sobre a Paraíba durou apenas vinte anos, de 1634 a 1654, e nunca se fez total. Isso porque, desde cedo, os que não o aceitaram partiram para a luta armada que assolou a várzea do Paraíba. Nesta os flamengos nunca conseguiram firmar-se.
Já em 1636, o segundo diretor geral Ippo Eyssens, tido como arbitrário, foi morto numa emboscada, quando assistia a farinhada no engenho Santo Antônio. O principal responsável foi o capitão Francisco Rabello, o Rabellinho. Reagindo, os holandeses procuraram apresentar combate no Tibiri, que foi evitado pelos luso-brasileiros que pretendia retrair-se e recorrer a ataques rápidos e de surpresa. Era a guerrilha. Por conta desta os holandeses nunca se sentiram seguro na Paraíba, salvo durante algum tempo na Capital e, mais tarde, no interior da Fortaleza de Santa Catarina. A repressão holandesa caracterizou-se pela brutalidade. Alguns engenhos e propriedades foram confiscados. A pena capital foi igualmente aplicada, e, em 1645, o diretor geral Paul Linge, responsável por enforcamentos, mandou arrastar pela cidade o corpo de condenado que morrera na prisão.
A tensão somente aliviou entre 1638 e 1644, durante a administração dos diretores Elias Hercman e Gisberth Wirth. Por essa época, chegou ao Brasil o conde Maurício de Nassau, que se instalou no Recife, com artistas, cientistas, e estudiosos do melhor nível.
Emancipados da Espanha, em 1640, os portugueses encontravam-se com as finanças abaladas, de modo que alguns conselheiros do rei, com o padre Antônio Vieira, o maior sábio do mundo luso da época, elaboraram documento que propunha a preservação de todo Norte pelos holandeses que se absteriam de invadir o restante do Brasil e as possessões lusas no Oriente.
Esse documento ganhou a denominação de papel forte, tão convincente pareciam suas razões. Na Paraíba, os proprietários e altos funcionários, beneficiários da invasão flamenga, concordaram com os termos.
Não foi esse, porém, o caso do jovem André Vital de Negreiros. Paraibano, filho de proprietários portugueses, participou da campanha anti-holandesa de 1624, na Bahia , onde ficou por algum tempo. Em 1630, encontrava-se em Olinda, quando os flamengos dominaram a cidade. Novamente na Paraíba, entre 1634 e 1636, nunca pactuou com invasor que o respeitava.
De 1636 a 1644 permaneceu em Portugal onde, em vão, tentou mobilizar os espíritos em prol da resistência. Sem conseguir o intento, retornou ao Brasil, desembarcando na praia pernambucana de Tamandaré, acima da qual, em Santo Antônio do Cabo, fez junção com as tropas pernambucanas de João Fernandes Vieira. A luta doravante, iria travar-se em campo aberto, e, nela, Vidal de Negreiros revelaria dons de estrategista. Participante das duas batalhas dos Montes Guararapes, figurou entre os chefes que receberam a rendição holandesa, na Campina da Taborda. Anteriormente, não hesitara em atear fogo aos canaviais do próprio pai, na Paraíba.
Sua carreira foi uma sucessão de êxitos. Escolhidos para levar a Portugal os resultados da insurreição contra os holandeses, foi nomeado governador dos estados do Maranhão e Grão-Pará, que constituíam territórios independentes do restante do Brasil. Em 1662, designaram-no governador de Angola, onde fortificou a capital, Luanda. Ao falecer, em 1680, seus restos mortais foram transladados para a Igreja dos Prazeres, nos montes Guararapes.
Considerado um dos maiores Paraibanos de todos os tempos Vidal de Negreiros fez-se indiscutível chefe da Guerra de Libertação Nacional que a insurreição contra os holandeses representou. Com o afastamento dos espanhóis e retraimento dos portugueses, a peleja tomou dimensão nacionalista, nela se verificando a primitiva formação da Pátria.
Na Paraíba, a insurreição contra os flamengos propagou-se com tanta rapidez que, em 1645, o capitão Lopo Curado Garro, autor de relação das pugnas contra os holandeses no Nordeste, já dominava a região do Tibiri. Daí suas colunas ingressaram, nesse mesmo ano, na capital, de onde os holandeses se retiraram para a Fortaleza de Santa Catarina. Nos últimos nove anos de permanência na Paraíba, limitaram-se ao controle dessa fortificação.

4 – A Capitania da Paraíba na época da invasão holandesa

Na época da invasão holandesa, a população era dividida em dois grupos: os homens livres (holandeses, portugueses e brasileiros) e os escravos (de procedência brasileira ou africana). A mistura de raças não era bem vista pelo governo holandês, portanto, durante vinte e quatro anos de domínio holandês no Brasil, sabe-se de raras uniões entre holandeses e nativos, sendo consideradas uma exceção.
A Capitania da Paraíba de 1635 a 1645 teve como administradores alguns governadores holandeses:
 Servaes Carpentier: Também governou o Rio Grande do Norte, e sua residência oficial foi no Convento São Francisco de onde para execução do seu intento, expulsaram os franciscanos que lá moravam. O Convento de São Francisco, além de ser a residência oficial do governo holandês, servia também para abrigo dos mercadores neerlandeses em ocasiões necessárias, servindo também de quartel, para os soldados da guarnição que serviam na cidade.
 Ippo Elyssens: Foi um administrador violento e desonesto. Apoderou-se dos melhores engenhos da capitania. Foi morto quando assistia a uma farinhada no povoado do Espírito Santo.
 Elias Herckmans: Governador holandês importante, que governou por cinco anos.
 Sebastian Von Hogoveen: Governaria no lugar de Elias H., mas morreu antes de assumir o cargo.
 Daniel Aberti: Substituto do anterior.
 Paulo de lince: Foi derrotado pelos “Libertadores da Insurreição”, e retirou-se para Cabedelo.

5 – Cultura e contribuições holandesas

O capítulo das invasões holandesa na Paraíba não deve ser encarado apenas do ponto de vista militar. Bem mais importante fez-se a contribuição cultural dos invasores – e cultura é o que fica. Nesses termos, os flamengos contribuíram para o conhecimento da terra.
Tal deveu-se, em primeiro lugar, aos relatórios que produziram.
O primeiro, de autoria do conselheiro Servaes Carpentier, revela caráter ecológico, ao recomendar as áreas mais adequadas ao plantio da cana-de-açúcar, fumo e mandioca, além de criação de gado. Entusiasmado com a fertilidade da terra, Carpentier deteve-se, longamente, sobre as árvores, frutos e animais que nela se encontravam.
Descrição das Capitanias de Pernambuco, Itamaracá, Parahyba e Rio Grande do Norte intitula-se o relatório assinado por Adriaen Verdonck, que teve um fim trágico. Segundo esse autor, a Paraíba, dispunha, em 1630, de dezoito a dezenove engenhos responsáveis por cento e cinqüenta mil arrobas anuais que significavam seiscentas a setecentas caixas de açúcar, embarcadas nos navios. Contudo, havia pouco, movimento de negócios na capital.
Em matéria de produção açucareira, o melhor documento de origem holandesa é o minucioso Relatório sobre as Capitanias Conquistadas no Brasil pelos Holandeses, datado de 1639, e de autoria de Adriaen Van Der Dussen. De portos, rios, cidades, freguesias, aldeias, escravos, pau-brasil e madeiras, fortificações, religião e abastecimento ocupa-se Dussen cujo texto detalha os vinte engenhos existentes na Paraíba, com as respectivas tarefas e lavradores.
O mais completo relatório sobre a Paraíba proveniente do domínio holandês, é a Descrição geral da Capitania da Paraíba, de Elias Herckman, objeto, em 1982, de duas edições, ambas em João Pessoa. Geógrafo, poeta e cartógrafo, Herckman que na condição de Diretor da Companhia das Índias Ocidentais, governou a Paraíba de 1636 a 1639, elaborou documento verdadeiramente modelar. A primeira parte é dedicada a capital, a segunda aos engenhos do vale do Paraíba e a terceira aos costumes dos índios Tapuias. Geografia Urbana, Economia e antropologia combinam-se, dessa forma, harmoniosamente.

19 comentários:

Sem cláusulas disse...

Olá!
Nao tem muito a ver com o texto, mas eu estava procurando uma informacao e encontrei seu blog. Como historiador, talvez o senhor saiba me dizer ou ,se nao, onde posso encontrar um dado estatistico a respeito do numero de escravos na Paraíba e em Pernambuco. Obrigada.

Nikos Zakynthos disse...

Prezado Professor estou realizando um pesquisa biografica de Bartolomeus Heinen. Provavelmente filho de Boudewyn Heyns, se puder me ajudar com informações bibliograficas, agradeço. Linaldo

Anônimo disse...

muito legal, bem completo

Anônimo disse...

professor achei muito o texto,ele mostra quando a holanda entrou no paraíba.Achei bem interessante

gato1 disse...

Achei de muito valor historico essa informação a respeito da permanecia dos holandeses na paraíba, todavia gostaria de saber em que fonte se baseia e se tem algo sobre a relligião calvinista na paraiba.

orange disse...

professor,o meu sobrenome é ORANGE,de origem em Rio tinto na Paraíba,tenho curiosidade de saber se esse sobrenome,veio de algum, desses holandeses, pois minha mãe hoje com 81 anos disse que foi através da avó dela q se originou,ela teve meu avô JOÃO ORANGE VIANA,teria entre esses holandeses alguém com esse sobrenome obg

alegriadesaber disse...

Professor Josias bom dia, quero dizer que estou amando o seu blog tem me ajudado muito sou recem formada em historia e preciso de algumas orientações sua se for possivel meu foco e historia da paraiba um abraço judite.

Anônimo disse...

orange da epoca holandesa?..em rio tinto que era mato no xvii?..duvido?..deve ser da colonia alemã do tardio seculo xx..

Anônimo disse...

tem muita coisa que discordo no texto ao ler a obra de elias herckmanns directo da fonte e poderia refutar ponto por ponto, mas estou sem paciencia no momento..

herckmanns cita por exemplo inúmeras atividades economicas na capital do xvii evidenciando uma economia urbana bem mais complexa que o dogma da casa grande..e comparado com a aldeia de piratininga então..jeje

Anônimo disse...

Boa tarde, creio que ainda esta ativo esse blog, meus avos sao da Paraiba de Itaporanga e Boa Ventura, segundo meu tio avo ele era descendente dos imigrantes holandeses que residiram no ale da paraiba, quero saber se tens informaçoes e os sobrenomes desse imigrantes neerlandeses? esse é o meu email. torres_carinhanha_torres@hotmail.com

Stanley Criens disse...

1660, 10 Sept. Bartholomeus Heynen Pariba-Brasilianus. 22, P. (Album Studiosorum Academiae Lugduno Batavae MDLXXV-MDCCCLXXV, kol. 483).
Bartholomeus Heynen Matriculated Sept. 10 1660, at the University of Leiden (Lugduno Batavae) in The Netherlands. Age 22 and he studied for Minister.

Anônimo disse...

Quando da invasão holandesa ao nordeste do Brasil, a Paraíba era a terceira capitania em ordem de grandeza e importância econômica na colônia, sendo precedida pela Bahia e Pernambuco. Era esta riqueza e prosperidade que atraía os invasores.

O AUTOR QUE ESCREVEU ISSO RECLAMOU POR QUE OS HOLANDESES NÃO INVESTIRAM EM JP COMO EM ANTONIO VAZ, MAS ISSO POR QUE JP JA ERA UMA URBE REAL PROJECTADA ENQUANTO OLINDA ERA UMA VILA PRIMITIVA E RECIFE UM POVOADO PRIMITIVO QUE SEQUER ERA VILA..OBVIAMENTE NUM LUGAR QUE TUDO JA TA BEM ESTRUTURADO E NO OUTRO QUE NÃO ELES OPTARAM POR INVESTIR MAIS EM ANTONIO VAZ, PRINCIPALMENTE DEPOIS DA QUEIMA DE OLINDA QUANDO O PONTAL DE RECIFE SE MOSTROU QUASE NADA JA SEM OLINDA..E O PLANO ORIGINAL DE UM POLACO LITUANO NEM ERA MAURICIA EM ANTONIO VAZ E SIM NA ILHA DE ITAMARACA E TERIAM RESISTIDO BEM MAIS ALI POIS A MARINHA DELES PODERIA FACILMENTE PROTEGER O CANAL SANTA CRUZ, MAS NÃO O ESTREITO CAPIBARIBE..

E DESSAS 3 CAPITANIAS MORES A PB ERA A MAIS COMPLETA, POIS NÃO SE BASEAVA EM ROUBO ESTATAL TIPO SALVADOR CONTRA O NE ORIENTAL E NEM ERA INSIPIENTE COMO PE QUE SÓ TINHA UMA VILECA SUB-URBE REAL

Anônimo disse...

NATAL NESSA ALTURA ERA SÓ UM FORTE COM UM POVOADO DO LADO E FORTALEZA SÓ ERA UM FORTE E NEM TERIA EXISTIDO SE NÃO FOSSE UM HOLANDES MALUCO QUE ACHOU QUE IA ENCONTRAR PRATA LA..

PRO AZAR DO RIO GRANDE E PB QUE O CE PASSOU POR CIMA DESTES TERRITORIOS NA LONGITUDE OESTE TOMANDO O ARARIPE NA EXPANSÃO PECUARISTA

Anônimo disse...

Stanley Criens disse...
1660, 10 Sept. Bartholomeus Heynen Pariba-Brasilianus. 22, P. (Album Studiosorum Academiae Lugduno Batavae MDLXXV-MDCCCLXXV, kol. 483).
Bartholomeus Heynen Matriculated Sept. 10 1660, at the University of Leiden (Lugduno Batavae) in The Netherlands. Age 22 and he studied for Minister.

20 de fevereiro de 2013 11:52

INTERESSANTE, ONDE SE ENCONTRA?..JA LI NUMA BIBLIOTECA UM MERCENARIO ALEMÃO CONTANDO DESDE SUA DESCIDA DO RENO ATE QUANDO ELE PASSOU POR FILIPEIA E PE

Anônimo disse...

Anônimo disse...
Boa tarde, creio que ainda esta ativo esse blog, meus avos sao da Paraiba de Itaporanga e Boa Ventura, segundo meu tio avo ele era descendente dos imigrantes holandeses que residiram no ale da paraiba, quero saber se tens informaçoes e os sobrenomes desse imigrantes neerlandeses? esse é o meu email. torres_carinhanha_torres@hotmail.com

29 de janeiro de 2013 11:36

FILHO, OS HOLANDESES SE ESTABELECERAM NO LESTE..ESSES MUNICIPIOS FICAM NO OESTE..ACHO QUE VC DESCENDE DE PORTUGUESES E/OU TAPUIAS..

MAS HA CASOS DE FAMILIAS NO INTERIOR DO CE QUE EVIDENCIAM MIGRAÇÃO DE COLONOS DO NE ORIENTAL PRO NE CENTRAL E SETENTRIONAL SECULOS ATRAS; NÃO SEI SE É O CASO

ATE POR QUE HA UMA MANIA NO NE DE QUANDO ALGUEM NASCE MAIS CLARO JA DIZ QUE É HOLANDES..NEM SABE SE FOI UM CAMINHONEIRO GAUCHO, SE FOI UM NORMANDO OU BRETÃO, SE FOI UM MERCENARIO ALEMÃO OU POLACO LITUANO, UM PIRATA INGLES OU IRLANDES NEM NADA..NEM UM GALAICO OU NORTE-ESPANHOL..JA FALA LOGO EM HOLANDES..KK

Anônimo disse...

A ILDI SILVA POR EXEMPLO É BAIANA E OS HOLANDESES MAL PASSARAM UM ANO LA E FORAM EXPULSOS E DE REPENTE A IRIS CLARA DELA É DOS HOLANDESES..NÃO PODE SER DE NORTE-PORTUGUESES NEM NADA..HEHE

OUTRAS FAMILIAS NÃO-PORTUGUESAS/NÃO-IBERICAS QUE CHEGARAM NO NE ANTES DOS BATAVOS FORAM OS LINSZ DO I REICH, OS CAVALCANTIS COM ORIGEM EM COLONIA AGRIPA ANTES DE SE MUDAREM PROS ARREDORES DE FIRENZE DA TOSCANA NA PADANIA, ETC..

Anônimo disse...

29 de janeiro de 2013 11:36

ESSA DE SOBRENOME E GENEALOGIA NO MERDIL É FURADA..VC DEVIA TESTAR SEU DNA POR QUE TEM MUITA LINHAGEM CORROMPIDA NO MERDIL

CONHEÇO FAMILIAS EM QUE QUASE TODOS OS FILHOS DA PENULTIMA GERAÇÃO SE CASARAM COM ALOGENOS PELO MC E DEPOIS POUCOS DELES RESTARAM NO MAR ALOGENO A SERIO..POUCOS REALMENTE HERDARAM A SERIO A ANCESTRALIDADE DE UM MODO MAIS PLENO E REAL; SOBRENOME E PAPEL NÃO DIZ NADA SOBRE ANCESTRALIDADE, A NÃO SER QUE SEJA PARCIAL CLARO

Bruno Rafael Lopes Matias disse...

Boa tarde professor, essa matéria para o concurso da policia militar

Anônimo disse...

Bem Prof , Muito Rico essas respectivos texto muito Obrigado pela ajuda desde ja!!!